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A mostrar mensagens de Março, 2013

Falar de nós

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A minha colaboração com o Teatro da Rainha soma 25 peças. Ao longo de todos estes trabalhos —na verdade, desde o primeiro de todos eles— o som tem sido uma dimensão desta nossa cooperação a merecer um cuidado e uma preocupação muito especiais. Do Falatório do Ruzante (a primeira para a qual concebi a música e aquilo que mais tarde começaríamos a designar por “cenário acústico”) até este Fernanda, quem falará em nós, os últimos?, o som é uma marca presente, que faz parte da expressão do rigor e inovação que traduzem a actividade da companhia.   Posso dizer que, no decurso desta já longa colaboração, nos defrontámos com todo o género de desafios, no plano estilístico, formal e, bem entendido, funcional e operacional. O suficiente para termos desenvolvido uma ideia precisa, rica, concreta e muito bem fundamentada do papel do som no teatro, hoje, da sua pragmática e da sua economia.  Neste arco de quase 30 anos, o que fomos produzindo oscilou entre o trabalho de natureza mais ou menos conve…