Não há coincidências (dois em um)
Fragmento de um desenho de © José Carlos Faria Abertura. No passado dia 9/11, recebi finalmente, das mão do seu autor, o meu amigo, cenógrafo e figurinista, José Carlos Faria, o prometido desenho de um figurino concebido por ele para a minha amiga Rita Nunes, a súper saxofonista. Primeiro Andamento. Há uns dias o José Carlos Faria surpreendeu-me com um telefonema para me informar que tinha o tal desenho original do figurino da Rita para me oferecer. Com uma dedicatória que me deixou absolutamente sem palavras. Só no dia 9, como referi, o desenho me pôde chegar às mãos. O desenho é, em si, uma verdadeira preciosidade e desencadeou, pela via do traço do Zé Carlos, uma cascata de caríssimas recordações. Segundo Andamento. A Rita usou esse figurino na peça "Um contínuo movimento, um estranho equilíbrio" de Rocco D'Onghla, uma das peças que fazia parte de um espectáculo do Teatro da Rainha, chamado " Estação Inexistente ." Que bem poderia chamar-se "Estação In...